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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Menu Mitos e Lendas: Ambrósio Aureliano

AMBROSIOS AURELIANO 



Ambrósio Aureliano (em latim: Ambrosius Aurelianus; em galês: Emrys Wledig; chamado de Aurélio Ambrósio na Historia Regum Britanniae e em outras fontes) foi um líder guerreiro dos romano-britânicos que venceu uma importante batalha contra os anglo-saxões no século V, de acordo com Gildas. Apareceu também de forma independente nas lendas dos bretões, iniciando com a Historia Brittonum do século IX.

Ambrósio Aureliano é uma das poucas pessoas que Gildas identifica pelo nome em seu sermão De Excidio et Conquestu Britanniae, e a única mencionada pertencente do século V. Após o ataque destrutivo dos saxões, os sobreviventes se reuniram sob a liderança de Ambrósio, que é descrito como "um cavalheiro que, talvez fosse o único dos romanos, que tinha sobrevivido ao choque desta tempestade notável. Certamente seus pais, que vestiam a cor roxa, foram mortos no ataque. Seus descendentes em nossos dias tornaram-se em número muito inferior ao tempo da excelência [avita] de seu avô". Sabe-se através de Gildas, que ele nasceu em uma família de nobres, e tinha ascendência romana; era presumivelmente um romano-britânico, em vez de um romano de outras partes do império, embora seja impossível ter-se a certeza.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Menu Mitologia Oriental: Nopperabõ

NOPPERABÕ (monge sem rosto)

Nopperabō se assemelha a um ser humano comum em quase todos os sentidos, e combina perfeitamente com a sociedade humana. No entanto, a ilusão é rapidamente quebrado quando se encontra face a face, como um nopperabō realmente não tem rosto em tudo. Sua cabeça é um orbe em branco sem olhos, nariz, boca, ou características de qualquer tipo.

Este yokai misterioso é encontrado em estradas calmas e vazias, tarde da noite, quando ninguém está por perto. Sua atividade principal parece assustar os seres humanos, o que faz muito bem. Eles geralmente aparecem sob a aparência de um homem ou uma mulher com as costas voltadas para o observador. 

Quando se aproxima, o yokai se vira e revela sua verdadeira forma aterrorizante, revelando o terror que inflige a sua vítima inocente. Para maximizar o efeito, que muitas vezes aparecem com um rosto em primeiro lugar, e, em seguida, limpe seu rosto de forma dramática com a mão no momento mais oportuno.

Nopperabō muitas vezes trabalham juntos em grupos para assustar um indivíduo. Como sua vítima foge em pânico do primeiro nopperabō, ele corre para outra pessoa que lhe pergunta o que está errado. 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Menu Mitologia Nórdica: Björn Ironside

BJÖRN IRONSIDE



A História de Björn Ironside, filho de Ragnar Lodbrok
Bjorn Ironside foi um dos reis da Suécia, que viveu no século IX e foi um dos fundadores e o primeiro governante da dinastia sueca chamada dinastia Munsó.

Ao contrário de como ele foi retratado no programa de TV do History Channel, Vikings, Lagertha Shieldmaiden não era a mãe de Bjorn. Lagertha e Ragnar teiveram um filho, mas ele foi nomeado Fridleif. Bjorn foi um dos filhos de Ragnar Lothbrok com a princesa Aslaug. Além disso,há outro conflito com a série de TV, Bjorn não era o seu filho mais velho. Ivar the Boneless seria o primogênito e Bjorn era o segundo filho mais velho.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Menu Mitologia: Ananse

ANANSE



Ananse, ou Anansi, é uma lenda africana. Conta um caso interessante, no qual no mundo antigo não havia histórias e por isso viver aqui era muito triste.

Houve um tempo em que na Terra não havia histórias para se contar, pois todas pertenciam a Nyame, o Deus do Céu. Kwaku Ananse, o Homem Aranha, queria comprar as histórias de Nyame, o Deus do Céu, para contar ao povo de sua aldeia, então por isso um dia, ele teceu uma imensa teia de prata que ia do céu até o chão e por ela subiu.

Quando Nyame ouviu Ananse dizer que queria comprar as suas histórias, ele riu muito e falou: - O preço de minhas histórias, Ananse, é que você me traga Osebo, o leopardo de dentes terríveis; Mmboro os marimbondos que picam como fogo e Moatia a fada que nenhum homem viu.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Menu Mitologia Oriental: Bakeneco

BAKENECO

Gatos, domésticos e domésticos, são encontrados em todo o Japão: em casas como animais de estimação, em fazendas como exterminadores, e em cidades e vilas como vagabundos. Quando os gatos vivem até uma idade avançada, eles começam a desenvolver poderes sobrenaturais e se transformam em yokai. Bakeneko começa sua vida sobrenatural olhando quase idêntico a um ordinário housecat. Logo começam a andar em suas pernas traseiras. À medida que envelhecem e seus poderes aumentam, eles podem crescer para ser muito grande, às vezes tão grande quanto um humano adulto. Eles são carnívoro; Peixes, pássaros, pequenos animais e ocasionalmente seres humanos

Bakeneko possui grandes habilidades de mudança de forma e muitas vezes se disfarçam como gatos menores ou humanos - às vezes até seus próprios mestres. Enquanto em disfarce, eles gostam de se vestir como seres humanos com uma toalha enrolada em torno de sua cabeça e dançar em torno alegremente. Muitos aprendem a falar línguas humanas. Eles podem comer coisas que são muito maiores do que são, e até mesmo coisas venenosas, sem qualquer dificuldade em tudo. É até possível para um bakeneko comer seu próprio mestre e então tomar sua forma, vivendo em seu lugar. Se eles não matam seus donos, eles muitas vezes derrubam grandes maldições e desgraças sobre eles. Eles podem invocar bolas de fogo fantasmagóricas e são conhecidos por acidentalmente iniciar incêndios domésticos, suas caudas agindo como tochas em quaisquer materiais inflamáveis ​​na casa. 

domingo, 16 de abril de 2017

Menu Artigos: O significado do Ankh

O SIGNIFICADO DO ANKH

Ankh, (pronuncia-se "anrr" nas línguas semitas como hebraico e árabe a junção das consoantes k e h cria o som de dois r em um fonema a partir da garganta como uma expiração) conhecida também como cruz ansada, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios usavam-na para indicar a vida após a morte.

A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição.

Muitos, sem ter qualquer conhecimento sobre a história de Ankh, acabam afirmando que este é um símbolo originalmente satânico ou um símbolo criado por algum culto de magia negra, porém, acredita-se que o seu real significado (que originalmente era egípcio) aponta para uma direção oposta a da cultura popular, pois a ideia mais aceita é de que o ankh na verdade seja um símbolo relacionado a vida.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia[carece de fontes]. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Menu Mitologia: O Santo Graal

O SANTO GRAAL  


The Damsel of the Sanct Grael
por Dante Gabriel Rossetti
Santo Graal ou Santo Gral é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia, e onde, na literatura, José de Arimateia colheu o sangue de Jesus durante a crucificação, entretanto a origem do Santo Graal é muito anterior ao cristianismo, o Graal já existe entre os Celtas (BEHREND 2007). 

A primeira referência a ele aparece num poema onde conta a busca do rei Artur e seus cavaleiros por um recipiente mágico, um caldeirão. Este caldeirão poderia dar novo sabor a alimentos, vida e vigor as pessoas. A questão é que quando esta lenda aparece durante a Idade Média, ela passa por um processo de cristianização. E neste contexto o Caldeirão mágico que traria novamente vida e prosperidade num período de miséria, novamente Camelot se torna o Santo Graal.

Ele está presente nas Lendas Arturianas, sendo o objetivo da busca dos Cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para devolver a paz ao reino de Arthur. No entanto, outra interpretação (embora sem nenhum fundamento histórico), di ele designa a descendência de Jesus segundo a lenda, ligada à Dinastia Merovíngia. Nesta versão, o Santo Graal significaria Sangreal ou seja Sangue Real. Finalmente, também há uma interpretação em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, uma seguidora de Jesus. Estes dois últimos pontos de vista se popularizaram com o romancista e escritor de "O Código da Vinci" Dan Brown.