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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Mitologia Egípcia: Deuses do Egito

Ola pessoal vamos conhecer um pouco mais sobre o antigo Egito? trago a vocês um compilado com alguns dos principais deuses desta terra tão enigmática. Este post sera atualizado sempre que forem adicionados mais deuses .



Rá ou Ré, é o deus do Sol do Antigo Egito. No período da Quinta Dinastia se tornou uma das principais divindades da religião egípcia identificado primordialmente com o sol do meio- dia. O principal centro de seu culto era a cidade de Heliópolis.RÁ, o criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o "rebanho de Rá". O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o
mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se
uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um
homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.

OSÍRIS



Conta a lenda que Seth com inveja de Osiris, por este ter herdado o reino do pai na terra, engendrou um plano para matá-lo e assim usurpar o poder. Quando Osiris dormia, Seth tirou suas medidas e ajudado por 72 conspiradores, mandou construir um esquife com as medidas exatas de Osiris.
Organizou um banquete e lançou um desafio, aquele que coubesse no esquife o ganharia de presente. Todos os deuses entraram e não se ajustaram.Assim que Osiris entrou no esquife, Seth o trancou e mandou jogá-lo no rio, a correnteza o levou até a Fenícia. Ali ficou preso em uma planta até fazer parte do caule, que foi usado para construir uma coluna o "Djed".Isis partiu em busca do esposo, e após muitas aventuras, conseguiu regressar ao Egito com a caixa, que escondeu em uma plantação de papiro. Seth a descobriu e cortou o corpo de Osiris em quatorze pedaços, que espalhou pelo Egito.Novamente Isis parte em busca dos despojos do esposo e dessa vez ajudada pela irmã Néftis, transformadas em milhafres (espécie de ave de rapina, semelhante ao abutre), encontram todas as partes de Osiris, exceto o órgão genital, que havia sido devorada por um peixe o Oxirincos. Isis foi ajudada por Anubis que embalsamou Osiris, e este tornou-se a primeira múmia do Egito. Utilizando seus poderes mágicos, Isis, conseguiu que Osiris a fecundasse e dessa união nasceu Horus.Seth iniciou uma luta pelo poder que envolveu todos os deuses. Por fim o próprio Osiris a partir do outro mundo, ameaçou mandar levantar todos os mortos se não fosse feita a justiça.Rá e um tribunal de deuses estabeleceram que a sucessão fosse hereditária, e assim, Hórus pôde reinar.Dessa maneira o Faraó em vida convertia-se em Hórus e ao morrer identificava-se com Osiris, o soberano do Além, considerando-se igual ao deus. 

SOBEK



Sobek é uma divindade da mitologia egípcia, o deus-crocodilo do rio Nilo, ligado ao deus-sol Rá. Simbolizava o poder dos faraós egípcios, sendo descrito como um homem com cabeça de crocodilo.
Os crocodilos do rio Nilo eram considerados manifestações do deus Sobek na Terra. Por isso, exemplares desses animais eram enfeitados com jóias, tratados regiamente e cultuados pelos antigos egípcios. Após a morte, eram mumificados e sepultados em lugares apropriados.Sobek é muito visto como um deus bom, sendo deus da fertilidade, da vegetação e da vida, ele é dito como o criador do rio Nilo, que foi criado a partir de seu suor.Sobek nem sempre foi considerado um deus bondoso, quando ele surgiu das águas primordiais do caos como "o senhor das águas", era temido por seu aspecto maligno, e era chamado de demônio de Duat (local onde Osíris julga os mortos), acabou se associando com Seth, pois causava muito perigo e desordem, também é dito que depois de Seth matar Osíris, ele se escondeu num corpo de crocodilo, para não receber castigo pelo seu crime, e o crocodilo se tornou Sobek.Sobek era dito, em outras versões, como filho de Set com Neit.



HÓRUS



Na mitologia do Egito Antigo, Hórus era o deus do céu. Era filho de Isis (deusa do amor) e Osíris (deus da vegetação e da vida no além). Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito. Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um Amuleto de serpente (que os faraós passaram a usar na frente das coroas, o olho de Hórus (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth. O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da Lua, que seria o olho ferido de Hórus. Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder chamado de Wedjat, que além de proporcionar poder afastava o mal-olhado, pois segundo os egípcios os olhos eram os espelhos da alma.

SETH



Seth (ou Set) é o deus egípcio da violência e da desordem, da traição, do ciúme, da inveja, do deserto, da guerra, dos animais e serpentes. Seth era encarnação do espírito do mal e irmão de Osíris, o deus que trouxe a civilização para o Egito. Seth era também o deus da tempestade no Alto Egito. Era marido e irmão de Néftis. É descrito que Seth teria rasgado o ventre de sua mãe Nut com as próprias garras para nascer. Seth encarna as idéias de furor, violência, tormenta, crime e maldade.
Por ser o deus dos desertos ele protege as caravanas que viajam através do deserto, mas causa também tempestades de areia que traz no conflito com o deus Osíris da fertilidade. Seth pertence a Enéade de Heliópolis e é filho de Geb e de Nut (ou de Rá e de Nut). É o irmão de Osíris, de Ísis, e de Néftis, que é dada às vezes como sua consorte, embora Seth seja associado mais geralmente com a estrangeira, deusa Astarte. Seth apresenta-se como um homem com a cabeça de origem indeterminada. Estava às vezes inteiramente na forma animal com o corpo similar à de um cão galgo. Animais sagrados a este deus são o cão, o chacal, a gazela, o asno, o crocodilo, o hipopótamo, e o porco. Ele mesmo está representado como um ser estranho : largo corpo delgado, nariz afilado, orelhas quadradas, olhos globulosos e longa cauda bifurcada. Seth é a encarnação das forças que se opõem a Maat, a deusa da ordem, o equilíbrio e a justiça. Seth se converte na personificação das forças hostis e no símbolo da rebelião contra os homens e contra os deuses. Toma possessão de alguns homens para torná-los irresponsáveis, e os possuídos por Seth assemelham-se a ele : ameaçam a sociedade. Destruidor, queima os cultivos ou os destrói com granizo. Todas a catástrofes vem dele. É o deus inimigo e é deus dos inimigos. É o irmão de Osíris e seu oposto. O universo só funciona pela sua ação contraditória. Seth mata seu irmão, que é ressuscitado por Ísis; depois se opõe a Hórus, o filho de seu inimigo. A guerra que se seguiu à morte de Osíris por Seth durou oitenta anos, durante os quais Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus e este rasgou os testículos de Seth. Eventualmente, Hórus emergiu vitorioso, ou foi julgado o vencedor pelo conselho dos deuses, e transformou-se assim no senhor do Alto Egito e Seth no senhor do Baixo Egito. Em outras versões foi viver com o deus-sol Rá, onde se transformou na voz do trovão. Outras lendas dizem que Seth perde a orelha na luta contra Hórus e este perdeu o olho, porém deus Toth decidiu parar com o combate devolvendo a orelha de Seth e o olho de Hórus e dizem que Seth viverá pela eternidade planejando conseguir a ex-coroa de Osíres hoje com Hórus. No livro dos mortos, Seth é chamado " senhor do céu do norte " e considerado responsável pelas tempestades e o tempo nublado. Apesar de sua reputação, Seth tem algumas características boas. Está na proa da barca de Rá e a protege durante sua viagem noturna ao mundo subterrâneo. Combate o demônio Apep, na barca lunar, que lhe ameaça todas as manhãs e todas as noites. Cada vez que Seth consegue a vitória Apep ressuscita para recomeçar a luta. Deste conflito permanente nascem o equilíbrio das forças e a harmonia universal.

TOHT



Toth deus da sabedoria, cordato e sábio. É uma divindade lunar (o deus da Lua) que tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medição do tempo, entre outros atributos. inventou os hieróglifos, a escrita figurativa do antigo Egipto . Era o medidor do tempo e o contador das estrelas, secretário-arquivista de todo o conhecimento. Ele era tido como todo poderoso no conhecimento e no discurso divino. O escrivão dos deuses e patrono de todos os escribas. É-lhe atribuída a invenção da astronomia, geometria, desenho, medicina, musica etc...
Toth foi descrito geralmente na forma humana com a cabeça de um íbis, usando uma coroa que consiste em uma lua crescente coberta por um disco lunar. Era um símbolo da sabedoria e da aprendizagem porque olha sempre para baixo e tem um bico na forma de uma pena.Seu santuário principal era Hermopolis na região do delta do Nilo. O deus da sabedoria e da aprendizagem. Toth é tido por ter desempenhado várias funções no mundo dos deuses. O guardião e escrivão oficial do Além, o Livro dos Mortos foi escrito por ele. Toth e Ma'at são tidos por terem estado ao lado um do outro com Ra em seu barco enquanto (como o sol) viajou através do Céu. Pensou-se que também podem ter dirigido o rumo que o barco fez. É consenso geral que Toth inventou as artes mágicas e o Hermetismo, assim as cartas de Tarot são referidas frequentemente como o "Livro de Toth". Ele foi associado com a lua; assim que o sol desaparecia, Toth tentava vencer a escuridão com a sua luz.

ANÚBIS



Deus dos mortos, segundo a mitologia egípcia, Anúbis era considerado o inventor do embalsamento e estava associado à mumificação. O guardião dos túmulos e juiz dos mortos era representado iconograficamente como um animal da família dos Canídeos, ou sob a forma humana com cabeça de chacal. Em raras ocasiões aparece representado sob a forma totalmente humana, tal como surge, por exemplo, na capela do templo de Ramsés II em Abido. É geralmente representado com a cor negra, que pode simbolizar a cor que o corpo do defunto adquire na fase da mumificação, devido às substâncias usadas durante o processo, ou a renascença (Osíris) ou a fertilidade (Nilo). Etimologicamente o seu nome parece derivar de inep, que significa "putrificar" ou "apodrecer", estando, deste modo, diretamente associado à decomposição dos corpos. A sua representação como um cão ou como um chacal pode ter nascido da observação dos animais selvagens rondando os cemitérios, retirando e desmembrando os corpos das campas pouco profundas, o que levou a eleger Anúbis como guardião dos mortos, cemitérios e túmulos. A questão relativa à filiação de Anúbis é pouco clara: algumas crenças apontam-no como filho de vários casais divinos (Néftis e Ré, Néftis e Osíris ou Néftis e Seth) ou como filho de Ísis, da vaca celestial Hesat ou de Bastet. O culto de Anúbis está patente nas necrópoles, onde surgem preces e hinos, evocando a sua proteção, nas paredes das mastabas mais antigas. Segundo a mitologia, teria sido Anúbis quem embalsamou o corpo de Osíris. O deus dos mortos seria um dos 42 juízes (número correspondente às províncias do Egito Antigo) que compunha o tribunal responsável pelo julgamento do defunto. Anúbis seria o responsável por conduzir o morto à presença de Osíris e presidia à cerimónia da "pesagem do coração", verificando o bom funcionamento da balança. A tutela da 17.ª província do Alto Egito, cuja capital era Cinópolis, era de sua responsabilidade. Testemunham o seu culto a necrópole de cães mumificados, animais sagrados de Anúbis, encontrada na localidade de Charuna, e as duas capelas a si dedicadas, inseridas no templo de Hatchepsut. Também venerado em Mênfis, Abido e Dendere, o culto de Anúbis adquiriu uma grande importância durante o Império Novo, aparecendo frequentemente representado em pinturas nos túmulos privados e nas vinhetas dos papiros funerários. Surge na sua forma humana com cabeça de cão (ut, o sacerdote que desempenhava a sua função no contexto funerário, usava uma máscara de cão selvagem durante a cerimónia) ou na versão canina, deitado ou em pé sobre as múmias, sarcófagos, tal como nas vinhetas dos papiros funerários e em amuletos, como invocação da sua proteção, enquanto guardião do túmulo (tal como é possível constatar, por exemplo, no túmulo de Tutankhamon). A sua função protetora pode também ser vislumbrada nos vasos canópicos (que se destinavam a guardar os órgãos dos defuntos) alusivos a Duamutef, filho de Hórus e guardião do estômago do defunto, cuja tampa tem a forma da cabeça de um cão selvagem. Anúbis é também referido como Khentiamentiu ("O que está à frente dos Ocidentais"), Khentisehnetjer ("O que está à frente do pavilhão de deus"), Tepidjuef ("O que está no topo da montanha", isto é, o que guarda os mortos), Nebtadjeser ("Senhor da Terra Sagrada", isto é da necrópole) e Imiut ("O que está no sítio do embalsamento"). O culto de Anúbis perdurou até à época Greco-Romana, onde se transforma numa divindade cósmica, sendo frequentemente identificado com Hermes, na mitologia grega, e reinando sobre a terra e sobre o céu.

NEFTIS



Neftis significa "Senhora da Casa" sendo que esta casa se refere à morada selestial onde Hórus habitava, ela representa as terras áridas e secas do deserto e a morte. Era representada como uma mulher com cabeça de serpente ou uma serpente,ou escorpião com cabeça de mulher ou ainda como um simples escorpião. Neftis não tinha um culto isolado, o que mostra que ela não tinha uma existência autônoma por isso ela quase sempre aparecia ao lado de Ísis.
É irmã de Ísis, Osiris e Seth (ela se casou com este último) todos estes, filhos de Nut e Geb. mesmo sendo esposa de Seth ela teve um filho com Osíris (ela havia se disfaçado de Ísis, e disso nasceu Anubis, o deus dos embalsamodores)mesmo sendo esposa de Seth, ela não concordava com muitas atitudes do marido, quando ele matou Osiris e espalhou seu corpo pelo Egito, Neftis ajudou Ísis a encontrar seus pedaços e juntas fizeram um ritual para ressuscita-lo.acredita-se que a partir deste momento em que ela vela, cuida e ajuda Osiris a voltar do mundo dos mortos, ela é associada à morte; tanto que Néftis e Ísis sãoresponsáveis por cuidar do morto,sendo Néftis representada na cabeceira dos sarcófagos reais do Império Novo, enquanto Ísis durgia aos pés do sarcófago, ela também era invocada várias vezes nas cenas de julgamentos dos mortos. 


BASTET



Bastet é uma divindade solar, protetora das mulheres grávidas, dos gatos,
defensora dos seus filhos; representa o amor maternal e tem poderes de cura, além de ter poder sobre os eclipses solares.apesar de ser uma deusa solar, também tem grande ligação com a lua devido ao fato de ser uma felina e por sua ligação com os ciclos de fertilidade.às vezes é confundida com Sekhmet, a deusa da destruição e representada por uma leoa, que certa vez Rá a ordenou que castigasse a humanidade,mas ela é tão agressiva que Rá foi obrigado a embebedá-la para que não destruisse toda a humanidade; enquanto Sakhmet representa a agressividade, Bastet representa o amor maternal.O gato doméstico foi trazido para o Egito por volta do ano 2.100 a.c. e era muito valorizado por ser matador de cobras. Considerado um ser divino, ao ponto que quando um deles morriam de morte natural, as pessoas da casa raspavam as sobrancelhas em sinal de luto. Os gatos eram tão sagrados no antigo Egito, que quem matasse um gato era condenado à pena de morte.O símbolo do gato preto era utilizado pelos médicos egípcios para anunciar a sua capacidade de cura.Era a esposa de Ptah, com quem foi mãe de Nefertum e Mihos. A esta deusa é tradicionalmente consagrado o dia 15 de abril. O seu centro de culto estava na cidade de Bubastis, na região oriental do Delta do Nilo. Nos seus templos foram criados gatos que eram considerados como encarnação da deusa e que eram por essa razão tratados da melhor maneira possível. Quando estes animais morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais reservados para eles.

SEKHMET



Esposa de Ptah, ela era a deusa da guerra, do calor do deserto e da vingança; nasceu num ataque de ira de Rá, quando os homens duvidavam do seu poder e o desafiavam, ele se enfureceu, arrancou um olho e o jogou no chão, desse olho nasceu Sekhmet.ela então, começou a combater os revoltosos, mas batalhou com tanta ferocidade que Rá, arrependido de ter permitido que ela batalhasse contra os homens, teve de criar um modo de para-la. Rá ordenou aos seus servos que produzissem centenas de milhares de potes de cerveja, e em seguida misturou a cerveja com suco de romã para que tivesse a cor do sangue das vítimas de Sekhmet. Rá inundou a terra ao redor da casa de Sekhmet com a cerveja misturada ao suco de romã, e quando ela saiu de casa para terminar de destruir a humanidade, viu sua imagem refletida no lago de "sangue", ela se apaixonou pela própria imagem refletida e bebeu a cerveja, bebeu tanto que acabou bêbada e foi dormir. Sekhmet junto com Bastet (a deusa gata, representante do amor  maternal) lutaram juntas destruiram Apophis, a serpente do submundo que tentou engolir Rá ela foi muito importante durante o 2º milênio A.C., quando o Egito foi considerado uma potência mundial e teve que enfrentar diversas batalhas para poder manter o seu território e expandir os seus domínios.

NUT



A deusa Céu.A Criação do Mundo para os Antigos Egípcios.No princípio era o caos (Nun), representado pelas águas turbulentas do Rio Nilo, dentro do qual se ocultava Atum, escondido num botão de lótus. Este se manifestou sobre o caos, na forma do deus Rá, que criou o primeiro casal de deuses, ele engoliu o próprio semem e vomitou, gerando assim seus dois filhos divinos: SHU (deus ar) e TEFNUT (deusa umidade), deuses andróginos que deram à luz a GEB (deus terra) e NUT (deusa céu).Deusa NUT é representada com o corpo alongado, coberto por estrelas, o arco celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Deus GEB é representado por vez com uma coroa de plumas e chifres. Nut é também representada sob a forma de uma vaca, por alusão a uma metamorfose porque espontaneamente teria passado. Era uma belíssima mulher, trazendo o disco solar orlando sua cabeça.Os irmãos Geb e Nut são retratados como grandes amantes. Durante o dia eles eram proibidos de se encontrarem pelo pai Shu, mas à noite Nut descia a terra para fazer amor com Geb. Nut era casada com Rá, que ficou com raiva, ele decretou que ela não poderia ter filhos durante os 360 dias do ano. Então Nut pediu ajuda ao deus Thot (deus do tempo) para criar mais 5 dias, fazendo com que o ano passasse há ter 365 dias e foi quando ela deu a luz aos seus quatro filhos, assim tornando-se a mãe dos deuses. Os filhos do Céu e da Terra: OSÍRIS, ÍSIS, NÉFTIS e SETH.O deus Shu descobriu a união de Geb e Nut e acabou com a união dos dois, interpondo-se no meio deles. Assim o ar é o responsável pela sustentação do céu, para que este não caía na terra.

ÍSIS



Uma Deusa da mitologia egpícia cuja adoração se estendeu por toda a parte do mundo greco-romano.
Características da deusa Ísis: A deusa Ísis e conhecida como  a mãe  Cósmica, e as pessoas nascida sobre sua proteção  tem grande  imaginação, sensibilidade, forte instinto materno ou paterno e estão sempre prontas para correr pessoas necessitadas.As pessoas regente desse deus são amorosos, conquistam a todos com suas palavras meigas e gentis.   Às vezes, ficam excessivamente nervosos e acabam agindo com agressividade, mas logo se arrependem e pedem perdão. Alguns costumam viver longe de seus pais  e irmãos e formam uma família com pessoas estranhas, a quem amam e se integram com elas.Os primeiros registros escritos acerca de sua adoração surgem pouco depois de 2500 a.C., durante a V dinastia egípcia. A deusa Ísis, mãe de Horus, foi a primeira filha de Geb, o deus da Terra, e de Nut, a deusa do Firmamento, e nasceu no quarto dia intercalar. Durante algum tempo Ísis e Hator ostentaram a mesma cobertura para a cabeça. Em mitos posteriores sobre Ísis, ela teve um irmão, Osíris, que veio a tornar-se seu marido, tendo se afirmado que ela havia concebido Horus. Ísis contribuiu para a ressurreição de Osiris quando ele foi assassinado por Seth. As suas habilidades mágicas devolveram a vida a Osíris após ela ter reunido as diferentes partes do corpo dele que tinham sido despedaçadas e espalhadas sobre a Terra por Seth. este mito veio a tornar-se muito importante nas crenças religiosas egípcias.Ísis também foi conhecida como a deusa da simplicidade, protetora dos mortos e deusa das crianças de quem "todos os começos" surgiram, e foi a Senhora dos eventos mágicos e da natureza. Em mitos posteriores, os antigos egípcios acreditaram que as cheias anuais do rio Nilo ocorriam por causa das suas lágrimas de tristeza pela morte de seu marido, Osíris. Esse evento, da morte de Osíris e seu renascimento, foi revivido anualmente em rituais. Consequentemente, a adoração a Ísis estendeu-se a todas as partes do mundo greco-romano, perdurando até à supressão do paganismo na Era Cristã.

PTAH


Na Mitologia Egípcia Ptah – Tanen, Ta-tenen, Tathenen ou Peteh é o deus criador e divindade patrona da cidade de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império. Ptah é "aquele que afeiçoou os deuses e faz os homens" e "que criou as artes". Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. É um construtor. Ptah está associado às obras em pedra. Ápis era seu oráculo. Mais tarde, foi combinado com Seker e Osíris para criar Ptah-Seker-Osiris.
Marido de Sekhmet e, por vezes, de Bastet. Seus filhos incluem:
- Nefertem,
-Mihos,
-Imhotep e Maahes.
Em alguns mitos, é o criador de Rá. Nas artes, é representado como um homem mumificado com as mãos segurando um cetro enfeitado com ankhwas e djed (símbolos da vida, força e estabilidade, respectivamente). Uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota. Venerado pelos trabalhadores manuais, particularmente pelos ourives. Tem o préstimo dos operários de Deir el-Medineh.

HATHOR



Hator (em egípcio antigo ḥwt-ḥr, "recinto" ou "casa de Hórus"), era uma deusa da religião do Egito Antigo que personificava os princípios do amor, beleza, música, maternidade e alegria.Era uma das divindades mais importantes e populares do Egito Antigo, venerada tanto pela realeza quanto pela população comum, em cujas sepulturas ela é descrita como a "Senhora do Ocidente", que recebe os mortos na próxima vida. Entre suas outras funções está a de deusa da música, dança, terras estrangeiras e fertilidade, responsável por auxiliar as mulheres durante o parto, bem como o de padroeira dos mineiros. O culto a Hator antecede o período histórico e as raízes da veneração à deusa são, portanto, difíceis de serem apontadas, embora ele possa ter se desenvolvido a partir dos cultos pré-dinásticos à fertilidade e à natureza em geral representados em vacas. Hator costuma ser representada como uma vaca divina, com chifres sobre sua cabeça, entre os quais está um disco solar com um uraeus. Duas penas idênticas também costumam ser representadas em seus retratos posteriores, bem como um colar menat. Hator pode ter sido a deusa-vaca que é representada desde tempos arcaicos na Paleta de Narmer e sobre uma urna de pedra que data da Primeira Dinastia, o que sugere seu papel como deusa celestial e uma possível relação com Hórus que, como deus-sol, faria a sua "morada" nela. Os antigos egípcios viam a realidade como consistindo de camadas múltiplas, nas quais as divindades se misturavam por diversos motivos, mantendo atributos e mitos divergentes, mas que no entanto não eram vistos como contraditórios, e sim complementares. Numa relação complicada, Hator é por vezes mãe, filha e esposa de Rá e, como Ísis, por vezes é descrita como mãe de Hórus, e associada a Bast. O culto a Osíris prometia vida eterna a todos aqueles que fossem julgados moralmente merecedores. Originalmente os mortos, tanto homens quanto mulheres, tornavam-se Osíris após o julgamento, porém, no início do período romano as mulheres mortas passaram a ser identificadas com Hator e os mortos do sexo masculino com Osíris. Os gregos antigos identificavam Hator com a deusa Afrodite, e os romanos com Vênus

SELKIS A DEUSA ESCORPIÃO


O Egito abrigava dois tipos de escorpiões: um mais escuro e relativamente inofensivo e outro mais claro, mais venenoso. A deusa Selkis tomava justamente a forma de um desses animais e, apesar da periculosidade do bicho, era uma divindade protetora e curadora que defendia contra a picada desses artrópodes. Seu nome no idioma egípcio era Serket-Heru, que significa aquela que faz a garganta respirar ou a que facilita a respiração na garganta, já que a picada do escorpião produz asfixia. Essa denominação também se relaciona com a ajuda que a deusa prestava para que o recém-nascido ou o defunto, em seu renascimento, pudessem respirar. Nos textos funerários surge como a mãe dos defuntos, aos quais amamenta. No além-túmulo ela ajudava no processo de renascimento do falecido e o orientava e dava-lhe o sopro da vida. Foram os gregos que lhe deram o nome de Selkis, nome que também aparece grafado como Serqet, Serket, Selqet, Selket, Selkit ou Selchis.
Essa divindade podia ser representada de diversas maneiras:
como uma linda mulher com um escorpião na cabeça, (c. 1333 a 1323 a.C.); como uma mulher com cabeça de escorpião; mais raramente, como um escorpião com cabeça e braços femininos e tendo como toucado chifres de vaca e o disco solar, como um escorpião; na XXI dinastia (c. 1070 a 945 a.C.) também podia aparecer com cabeça de leoa, cuja nuca era protegida por um crocodilo.

KEPHRI

Na mitologia egípcia Khepri (também Kheper, Khepera, Khepra, Khepre, Khepere) é o nome de uma divindade principal. Khepri é associado com a imagem do escaravelho, cujo comportamento de ficar carregando bolas de estrume é comparado às forças que fazem mover o Sol.
Khepri gradualmente veio a ser considerado como uma encarnação do próprio Sol, e por isso tornou-se uma das formas do Deus do Sol. Segundo a Religião Egípcia, ele era responsável por "rolar" o sol para fora do Duat no final da sua jornada, também representava o renascimento diário de Rá.
O deus Khepera criou-se a partir da matéria primordial ao dizer seu próprio nome, em seguida ele procriou os deuses Shu e Tefnut, formando a primeira trindade. De Shu e Tefnut nasceram Geb e Nut. Nut, esposa de Geb, foi a mãe de Osíris, Horus, Seth, Ísis e Néftis, em um único parto.
Como o escaravelho deixa os ovos nos corpos mortos de vários animais, incluindo outros escaravelhos, e no esterco, daí emergindo para o nascimento, os antigos egípcios acreditavam que os escaravelhos estavam carregados da substância da morte. Por isso, associavam ainda Khepri ao renascimento (ou reencarnação), renovação e ressurreição. De facto, o símbolo do escaravelho Khepri em egípcio antigo significa tornar-se. Como resultado disso, quando o culto do deus-Sol rival Rá alcançou significado, Khepri foi identificado como uma variante de Rá (o aspecto do Sol na manhã ou madrugada).
Consequentemente, quando Rá Amon se tornou a identidade de um mesmo deus (Amon-Rá), determinou-se que Khepri era a forma de Rá quando jovem, em conflito com Nefertum, que era o Atum jovem. Isto tudo gerou uma cosmogonia onde Rá, como Khepri, foi resultado da actividade da Ogdóade e emergiu de uma flor de lótus azul apenas para ser imediatamente transformado em Nefertum que, depois de crescer, gerou a Enéade.
Khepri foi principalmente esculpido e pintado como um escaravelho, não obstante em alguns papiros funerários ser representado como um homem com a cabeça de escaravelho. Ele também foi representado como um escaravelho numa barca solar segura por Num. Quando representado como um escaravelho, ele era normalmente posto a empurrar o sol através do céu durante o dia, bem como a empurrá-lo em segurança durante a noite, na passagem do Sol pelo submundo.
Como o aspecto de Rá, é particularmente prevalecente na literatura funerária do período do Império Novo, quando muitos túmulos do Vale dos Reis foram decorados com Rá como o disco solar, Khepri como o Sol na manhã ou madrugada e Atum como o Sol poente.

SHU


Shu é o Deus Egípcio do ar e da atmosfera, e o criador do vento. Seu primeiro feito foi separar o céu, Nut, e a terra, Geb. O nome de Shu é a origem das palavras 'dry' (seco), 'parched' (ressecado/queimado), 'withered' (seco/murcho) e 'light' (luz), especificando-o como sendo o componente seco do ar onde sua irmã e esposa, Tefnut, é a umidade. Shu é um dos deuses da Eneada, sendo ele e sua irmã gêmea, Tefnut, as primeiras deidades a serem criadas porAtum. Ele é o pai de Nut e Geb. Ele normalmente é descrito como um homem vestindo penas de avestruz em sua cabeça. Ele tipicamente mostra-se com seus braços levantados, segurando Nut enquanto está em pé sobre Geb. Às vezes ele segura um cetro e uma Ankh em suas mãos, símbolos do poder e da vida, e ocasionalmente é descrito como tendo controle sobre as serpentes. Quando com Tefnut, Shu freqüentemente é mostrado como um leão para igualar-se com a forma leonina de sua esposa. Ao longo do tempo, Shu tornou-se cada vez mais identificado com o deus da guerra Anhur (GR: Onuris). Anhur pode ser traduzido como "Condutor do Céu", usando um acessório na cabeça de penas de avestruz, e também tendo uma cônjuge leonina. Ambos estes deuses eram também ditos ter recuperado suas esposas de Nubia quando eles correram afora em rebeldia após uma discussão. Eventualmente, com Shu sendo visto mais como um conceito ou força e Anhur como um deus atual, os dois são mesclados para formar Anhur-Shu.
Shu (também grafado na forma aportuguesada Chu) é o deus egípcio do ar seco, do estado masculino, calor, luz e perfeição. Juntos, Shu e Tefnut geraram Geb e Nut. Shu é o responsável por separar o céu da terra (sendo representado como um homem tendo Geb, a terra, em seus pés, e levantando Nut, o céu, com os braços, numa representação que se assemelha ao Atlas da mitologia grega). É ele também quem traz a vida com a luz do dia. É representado como um homem usando uma grande pluma de avestruz na cabeça. Criou também as estrelas pelas quais os seres humanos podem elevar-se e atingir os céus e as colocou na cidade de Gaaemynu. Ele só se tornou popular a partir do Império Novo.

TEFHUT

Tefnut (também conhecida comoTefnet) é a deusa que personificava a umidade e as nuvens na mitologia egípcia. Tefnut simbolizava generosidade e também as dádivas e enquanto seu irmão Shu afasta a fome dos mortos, ela afasta a sede. Irmã e esposa de Shu, formava com ele o primeiro par de divindades da Enneade de Heliópolis.












GEB

Geb , é o deus egípcio da terra. Era também um dos Ennead. Pai de Osiris, Horus, Ísis, Seth e Néftis e marido de Nut. Sendo o deus egípcio da terra, estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Umidece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade no túmulo. Suas cores eram o verde (vida) e o preto (lama fértil do Nilo). É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. É o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. É sempre representado com um ganso sobre a cabeça, nas pinturas. Seu animal representante era o ganso. E ele era comumente representado usando uma coroa com uma pluma e chifres em forma de carneiro.



SOKAR, SEKER ou SOKARIS

Era um deus funerário da mitologia egípcia. O seu nome significa "o que está encerrado".
Era representado como um falcão ou como um homem mumificado com cabeça de falcão com uma coroa atef (coroa branca do Alto Egipto com duas plumas).
Era o deus de Sakara, a necrópole da cidade de Mênfis, uma das várias capitais que o Antigo Egipto teve. Já era adorado nesta região na época pré-dinástica, acreditando-se que nestes tempos teria associações com a fertilidade.
Desde a V dinastia (Império Antigo) foi identificado com Ptah, deus principal de Mênfis, dando origem a uma fusão das duas divindades conhecida como Ptah-Sokar.
Foi também associado a Osíris; os Textos das Pirâmides mostram que Sokar era visto como uma forma de Osíris após este ter sido assassinado pelo seu irmão Set.
Na Época Baixa um deus sincrético, que era a fusão dos três deuses, Ptah-Sokar-Osíris, foi bastante popular. Esta sincrética apareceu contudo na época do Império Médio, como revelam várias estelas em Abidos.
Sokar era também visto como o patrono dos artesãos, talvez por influência da sua identificação com Ptah. Acreditava-se que o deus fazia os ossos do soberano, bem como os perfumes utilizados nas cerimónias dedicadas aos deuses.
Guardava a porta do mundo subterrâneo e habitava numa caverna chamada Imhet, alimentando-se do coração dos defuntos. O deus era o grande responsável pela transformação destes.
Na cidade de Mênfis ocorria todos os anos um grande festival dedicado ao deus que tinha lugar no dia 26 de Khoiak (mês egípcio que corresponde a Outubro/Novembro). O deus era transportado na sua barca sagrada, cujo nome era henu, aos ombros de dezesseis sacerdotes. Esta barca tinha uma forma peculiar, com uma proa na qual se encontrava representada a cabeça de um antílope ou de um boi, e onde também figuravam o peixe-inet e aves; na popa existiam dois ou três pequenos remos.
Na cidade de Tebas acontecia também uma grande celebração, como atestam os relevos do templo de Ramsés III no complexo funerário de Medinet Habu, que se julga ter rivalizado com o grande festival local de Opet.
O deus tinha uma versão feminina, Sokaret, que tinha as mesmas funções funerárias. Poderia também ter como consorte a deusa Sekhemet.

ANUKET

Anuket, a “personificação” da fonte do Rio Nilo, que nascia do seu ventre. Era representada com quatro braços – que simbolizavam a união dos princípios feminino e masculino – sendo ela “A Una”, nascida por ela mesma e, apesar de virgem, geradora do Deus Solar. Versões posteriores lhe atribuíram um consorte – Knemu - considerado o criador, casado com duas irmãs – Anuket e Satet - às quais ficou atribuída somente a regência das cataratas do Nilo.


No mito original, Anuket, “A que abraça”, gerava a vida e seu emblema era o búzio – símbolo universal do yoni, a vulva, usado em vários países como amuleto para a fertilidade, renascimento, cura, poder mágico ou boa sorte. Segundo algumas fontes, um dos seus nomes, Anka, “A Senhora da Vida”, deu origem à palavra ankh, “A Chave da Vida”, antigo símbolo feminino que representava o yoni da Deusa e a imortalidade dos deuses, assegurada pelo sangue divino da Deusa. Nos selos antigos, a parte ovalada da ankh era pintada em vermelho, enquanto a cruz fálica era branca. Mais tarde, a ankh ficou conhecida como “A Chave do Nilo”, reproduzindo a união mística de Ísis e Osíris, que provocava a inundação anual do rio que fertilizava as terras ribeirinhas.

Espero que tenham gostado.
Att MárcioLasombra

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