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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Menu Contos: A Maldita Adaga, Parte 03

A Maldita Adaga - Parte 3



— Não lhes contarei do modo como tudo aconteceu, mas da forma como me lembro. — disse o antigo gatuno. A taverna jazia lotada mais uma vez, todos queriam ouvir as histórias do habitante de sua vila que se tornara um forasteiro de seu próprio mundo e imperador de um mundo remoto. 

— No início pensei que estava com os sentidos nublados devido à queda, mas logo dei por mim. As folhas púrpuras sobre mim eram macias, aveludadas e gotículas de orvalho permaneciam em sua superfície. 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Menu Contos: A Maldita Adaga, Parte 02

 A Maldita Adaga - Parte 02



— E então, gatuno? Nos conte o que houve quando chegou ao topo da maldita árvore! — esbravejou o guerreiro sem conter a curiosidade sobre a história do amigo, afinal este passara anos desaparecido.

— Não foi lá a tarefa mais fácil escalá-la, por vezes escorreguei, não por falta de perícia, mas porque o carvalho é protegido por uma espécie de magia que eu jamais havia conhecido. O fato é que sou tinhoso e persisti em minha subida, a medida que alcançava os galhos mais altos e olhava para cima a maldita copa parecia não ter fim, mas notei que aquilo era apenas mais um teste a que a árvore submetia quem quer ousasse desvendá-la.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Menu Contos: A maldita Adaga, Parte 01

A Maldita Adaga - Parte 1 



— O que você pensa quando vê esta adaga teimosa encravada aí? — perguntou o guerreiro ao ladino que sentado nas raízes do enorme carvalho ponderava sobre tão curioso artefato.

— Há anos perambulamos pela Floresta dos Sussurros, há anos tentamos arrancá-la daí sempre que por aqui passamos. Penso que temos um solo cheio de folhas e um capim que não pega fogo, uma terra que não cede com a água, uma arma cravada sob a copa de um grande e imponente carvalho que não sai nem mesmo quando puxada por um brutamontes como você, Tusk... — disse o ladino pensativo. 

sábado, 14 de outubro de 2017

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Sexta Feira 13

SEXTA FEIRA 13



A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. O número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Menu Artigos: O Dia das Crianças

O DIA DAS CRIANÇAS


O dia das crianças é reconhecido em várias nações ao redor do mundo para homenagear as crianças, cuja data efetiva de comemoração varia de país para país. Foi proclamado pela primeira vez durante a Conferência Mundial para o Bem-estar da Criança em Genebra em 1925, sendo celebrado desde então o Dia Internacional da Criança a 1 de junho, adotado em países como Angola, Portugal e Moçambique.No Brasil, o dia das crianças é solenizado em 12 de outubro.

A ONU reconhece o dia 20 de novembro como o Dia Mundial da Criança, por ser a data em que foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em 1989.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Jaguar-Homen

JAGUAR-HOMEN




O jaguar-homem olmeca, ou Deus Jaguar é um dos mais distintivos e enigmáticos desenhos olmecas encontrados no registo arqueológico.

Embora muitas vezes vistos em figuras de jaguares-homens bebés, este motivo pode também ser encontrado talhado em machados votivos de jade, gravado em várias figuras portáteis de jade e jadeíte, e retratados em vários “altares” (ou tronos), como os de La Venta. Os jaguares-homens bebés são muitas vezes segurados por uma figura estóica sentada.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Zmey Gorynych

ZMEY GORYNYCH



Os Zmey, Zmaj ou Zmiy (Serpentes) são dragões da mitologia eslava/russa, que são geralmente malignos e cospem fogo, como os seus homólogos ocidentais. O mais conhecido destes foi Zmey Gorynych, o dragão de três cabeças.

Gorynych, como a maioria dos zmey, assemelha-se a hidra grega com três cabeças, que cresciam de volta sempre que eram cortadas, ao menos que todas as três fossem cortadas simultaneamente.. Alguns pesquisadores consideram-lhes personificações  de invasores estrangeiros, principalmente, a Horda Dourada. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Gênios

GÊNIOS



Gênio é a tradução usual em português para o termo árabe “jinn | جن”, uma vez que na mitologia árabe pré-islâmica e no Islã, um jinn (também “djinn” ou “djin”) é um membro dos jinni (or “djinni”), uma raça de criaturas sobrenaturais. A palavra “jinn” significa literalmente alguma coisa que tem uma conotação de dissimulação,invisibilidade, isolamento e distanciamento. A palavra em português vem do Latim genius, que significa uma espécie de espírito guardião ou tutelar do qual se pensava serem designados para cada pessoa quando do seu nascimento. Portanto, o gênio é concebido como um ente espiritual ou imaterial, muito próximo do ser humano, e que sobre ele exerce uma forte, cotidiana e decisiva influência. A palavra latina tomou o lugar da palavra árabe, com a qual não está relacionada.

sábado, 7 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Fauno

FAUNO



Fauno (do latim Faunus, “favorável” ou também Fatuus, “destino” ou ainda “profeta”) é nome exclusivo da mitologia romana, de onde o mito originou-se, como um rei do Lácio que foi transmutado em deus e, a seguir, sofreu diversas modificações, sincretismo com seres da religião grega ou mesmo da própria romana, causando grande confusão entre mitos variados, ora tão mesclados ao mito original que muitos não lhes distinguem diferenças (como, por exemplo, entre as criaturas chamadas de faunos – em Roma – e os sátiros, gregos).

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Menu Mitologia: Quetzalcóatl

QUETZALCÓATL



Quetzalcóatl é uma divindade das culturas de Mesoamérica, em especial da cultura asteca, também venerada pelos toltecas e maias. É considerada por alguns pesquisadores como a principal dentro do panteão desta cultura pré-hispânica. Os astecas incorporaram esta deidade em sua chegada ao vale do México, no entanto modificaram seu culto, eliminando algumas partes, como a proibição dos sacrifícios humanos.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Menu Mitologia: O Verme de Lambton

O VERME DE LAMBTON




Na parte nordeste da Inglaterra, existe uma lenda dos tempos medievais sobre um verme gigante que aterrorizava a região. Esse verme, que na verdade é um dragão/serpente monstruoso(a) é chamado de Verme de Lambton, e apesar de existirem versões ligeiramente diferentes da lenda contada por toda a região, a história é basicamente esta que você lerá aqui.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Menu Contos: Dagon - Conto Original de Lovecraft Narrado em Português

DAGON - Conto Original de Lovecrafth Narrado em Português

Juliano Barbosa Alves do canal Criador de Mundos fez esse vídeo com o conto Dagon de H.P. Lovecraft.

Com uma montagem perfeita integrando som e imagem, música muito bem escolhida e uma narrativa firme, o vídeo ficou excelente. 

Vale muito a pena assistir esse trabalho, nas palavras do autor "um tributo a obra de H.P. Lovecraft".



Dagon é um dos contos seminais de Lovecraft, escrito em 1919. Nele, um protagonista não identificado narra a jornada de horror e loucura que se seguiu ao naufrágio de seu navio durante a Grande Guerra e como ele escapou dos inimigos apenas para encontrar uma bizarra ilha de sargaços na qual coisas que o homem não deveria conhecer espreitavam.

Dagon é considerado um dos grandes contos de Lovecraft, um trabalho que celebra o horror e a ficção no seu estado mais puro.

Então, diminua as luzes, ajuste o som e deixe-se levar pela narrativa hipnótica de um dos grandes contos do Cavalheiro de Providence.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Menu Artigos: O Dragão Vermelho de Gales

O DRAGÃO VERMELHO DE GALES




Y Ddraig Goch ("dragão vermelho") é o dragão que figura na bandeira nacional do País de Gales. A bandeira também é chamada de Y Ddraig Goch. O mais antigo registro do uso do dragão como símbolo galês é no Historia Brittonum, escrito por volta do ano 829, mas é popularmente suposto ter sido o estandarte de batalha do rei Arthur e de outros antigos líderes celtas. Sua associação com esses líderes, juntamente com outras evidências da arqueologia, literatura e história documental levam muitos a supor que ele evoluiu de um símbolo nacional romano-britânico anterior. Durante o reinado dos monarcas Tudor, o dragão vermelho foi usado no brasão de armas da coroa inglesa (ao lado do tradicional leão inglês).

sábado, 30 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Cernunnos

CERNUNNOS




Cernunnos é uma das mais antiga divindade do panteão celta. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Menu Artigos: Cão Negro, Estatísticas e detalhes de uma lenda assustadora pra seu RPG

CÃO NEGRO - Estatísticas e Detalhes de uma lenda assustadora para seu RPG

autor: King in Yellow 



"Eu ouvi um ruído próximo da cerca viva, e próximo da plantação de avelãs estava um cão enorme, cuja cor negra fazia contraste contra as árvores. Era uma forma leonina, com um corpo musculoso e uma imensa cabeça... com olhos estranhos e caninos..."

Charlotte Brönte
- Jane Eyre, 1847

Avistamentos de Cães Negros (Black Dogs) são relativamente comuns em toda Grã-Bretanha e eles constituem uma das lendas mais persistentes do folclore britânico. Cães Negros são primariamente criaturas noturnas, animais grandes, maiores do que qualquer outro cão, com olhos faiscantes. Encontros com os Cães Negros são uniformemente perigosos, muitas vezes, mortais: os cães em si são poderosos adversários e a mera aparição de um Cão Negro no horizonte ou nos arredores de uma propriedade é tratado como um mau presságio, significando para muitos morte iminente.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Bestiário Mitologico

Ola amigos trago para vocês um Bestiário com os principais monstros, espíritos, demônios, anjos e outros seres da mitologia humana espero que gostem. (Este post sera atualizado sempre que possível)

BALAUR

O Balaur (plural: Balauri) é uma fantástica e poderosa criatura da mitologia romena, vista como a personificação do mal. A maioria das histórias o descrevem como um dragão com asas de morcego e com várias cabeças, que variam em número de três a doze, mas alguns contos retratam-lo com uma única cabeça ou uma cabeça na frente e outra no final de sua cauda. Muitas vezes, o Balaur foi descrito como uma criatura de proporções épicas, que "planta seus passos na montanha e toca o céu violeta com sua crista elevada. "

Em muitas histórias, os Balauri são descritos como serpentes que sofreram uma transformação após passarem por longos períodos de isolamento subterrâneo. Essas serpentes transformadas em Balauri possuem uma cabeça extra para cada ano que permaneceram em isolamento. Algumas lendas atribuem a eles a habilidade comum aos dragões de cuspir fogo, mas outras atribuem a eles a capacidade de influenciar o tempo e conjurar trovões, relâmpagos e granizo. Ainda mais incomum é sua habilidade de produzir pedras preciosas a partir de sua saliva. Embora ajam de acordo com a sua natureza bestial, em muitos contos os Balauri possuem a capacidade de falar e raciocinar.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Menu Mitologia Oriental: O Fantasma de Shizuko

O FANTASMA DE SHIZUKO



Esta lenda é sobre a fantasma de "Shizuko", que apareceu no anime 'Gakkou No Kaidan' (ela  se parece com o fantasma de Kayako, de 'O Grito')

Bom, segundo a lenda, ela é o fantasma de uma mulher que ia se casar, mas foi atropelada e morreu num cruzamento de trem. Passou a fazer coisas horríveis a todos que passam por lá, porque ninguém achou sua aliança. Ela assombra as pessoas, fazendo-as adoecer, enfraquecer e quase morrer.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Tezcatlipoca

TEZCATLIPOCA




Tezcatlipoca (Tez-ca-tlee-PO-ka), cujo nome na língua nauátle significa "espelho fumegante", é o deus asteca da noite e da feitiçaria, bem como o patrono dos reis astecas e dos jovens guerreiros. Tal como acontece com muitos deuses astecas, ele possui diferentes aspectos relacionados com o céu, os ventos, o norte, a terra, a realeza, adivinhação, e a guerra. Para os diferentes aspectos que ele incorporava, Tezcatlipoca também era conhecido como o Tezcatlipoca Negro do Norte, associado à morte e ao frio.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Menu Vídeos: 23 agosto Fim do Mundo.. Será?

23 AGOSTO 2017 FIM DO MUNDO .. SERÁ??

Hoje trago um vídeo do canal Acredito ou Não sobre as profecias de fim do mundo e sobre o tal planeta Nibiru que foi muito falado na internet essa semana. Espero que gostem.


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sábado, 23 de setembro de 2017

Menu Vídeos: Como Odin perde seu Olho.

COMO ODIN PERDE SEU OLHO

Mais um vídeo do excelente canal Foca na História conheça a história de como o Deus Odin perdeu seu olho. (O poço de Mimir) 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Mãozinha Preta

MÃOZINHA PRETA



A Mãozinha Preta, também conhecida como "Mãozinha-de-Justiça". é uma estranha criatura presente no folclore da região Sudeste do Brasil . Trata-se de uma mão peluda e preta que assombra as pessoas. 

De acordo com os relatos, ela não possui personalidade definida, pois em alguns casos suas aparições foram úteis. Em outros casos, a mãozinha preta causou transtornos. Não há motivos evidentes para que essa criatura apareça para determinada pessoa ou em determinado lugar. 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Menu Artigos: O 20 de Setembro

O 20 de SETEMBRO



Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi como ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.

A revolução, que com o passar do tempo adquiriu um caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Menu Curiosidades: Bozo

BOZO




Bozo é uma personagem criada nos Estados Unidos em 1946 por Alan Livingston, originalmente para a série de coletânea de discos com histórias infantis Bozo at the Circus. Fez sua primeira aparição na televisão americana em 1949, sendo interpretado pelo ator e dublador Pinto Colvig.

O programa do Bozo também foi produzido em outros países, incluindo México, Tailândia, Austrália, Grécia e Brasil, sendo o último exibido pelo SBT entre 1980 e 1991.

Menu Contos: Ipês

IPÊS




Como estamos contemplando a beleza dos Ipês lembrei das histórias contadas pelo pai de uma grande amiga, Certa vez contou uma linda história sobre o ipê:

- Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florescer e embelezar a terra. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Menu Mitologia Oriental: Os Heibai Wuchang

OS HEIBAI WUCHANG




Os Heibai Wuchang (chinês: 黑 无常 白 无常, literalmente "Impermanência Preta e Branca"), são duas divindades da mitologia chinesa encarregadas de escoltar os espíritos dos mortos para o submundo. Como seus nomes sugerem, eles estão vestidos em preto e branco, respectivamente. 

Eles são os subordinados de Yama, o governante do submundo na mitologia chinesa, ao lado dos guardas infernais Niu-Tou e Ma-Mian. Eles são adorados como deuses da fortuna em templos chineses em alguns países.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Exus o Povo de Rua

OS EXUS o Povo de Rua



Os Exus ou povo da rua são concebidos nas correntes predominantes na Umbanda como guardiões, encaminhadores e combatentes das forças das trevas. Cabe a eles o combate direto contra as energias que circulam no Astral Inferior, pois conhecem profundamente os caminhos e trilhas desse ambiente energético. É a sua função primeira, assim como a dos caboclos e pretos-velhos é a de orientar e aconselhar. Seriam os "policiais" do além, agentes e mensageiros dos orixás a cujas linhas pertencem e com os quais estão comprometidos, encarregados de reprimir os quiumbas, espíritos obsessores e moralmente atrasados. Nessa concepção, os exus não fazem o mal, mas devolvem o mal feito a outros, às vezes até com mais força.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Azeban

AZEBAN




Azeban (Azban, Asban, Azaban, Espun, Hespuns, Hespens) é um espírito trapaceiro de um guaxinim, pertencente ao folclore das tribos nativo-americanas Abenaki e Penobscot. Ele costuma enganar animais e outros seres afim de obter alimento ou outros favores. Suas travessuras são geralmente engraçadas e bastante triviais. 

Personagem principal de muitas histórias destinadas às crianças, o Azeban muitas vezes se comporta de forma tola ou causa problemas para os outros, mas ao contrário de espíritos e divindades trapaceiras presentes em outras culturas, o Azeban não é perigoso ou malévolo é apenas brincalhão e zombeteiro. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Muiraquitã

MUIRAQUITÃ



O Muiraquitã é considerada um verdadeiro amuleto da sorte, que consiste num sapinho feito de pedra ou argila, é geralmente de cor verde, que era confeccionado em jade.

Os indígenas da contam a lenda, destes batráquios, que eram confeccionados pelas índias que habitavam às margens do rio Amazonas. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Menu Mitologia: A Cruz de Malta

A CRUZ DE MALTA



A Cruz de Malta , também conhecida como Cruz de Amalfi ou Cruz de São João, é o símbolo da Ordem dos Cavaleiros Hospitalários ou Ordem de Malta (daí o nome), uma ordem militar cristã.

Baseada no símbolo das Cruzadas, a Cruz de Malta é representada por uma cruz de oito pontas. Suas pontas formam quatro braços simétricos que partem do centro e se juntam em suas bases.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Menu Artigos: A Roda do ano e os festivais Celtas

A RODA DO ANO E OS FESTIVAIS CELTAS



Os Sabás são reuniões geralmente conhecidas como Roda do Ano, que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas, eles não viam o tempo de forma linear, mas circular.

Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar, e festejam as estações anuais e suas colheitas. Sua origem provém dos antigos celtas irlandeses, A Roda do Ano, representada pelos Oito Sabás, tem por objetivo, sincronizar a nossa energia com as Estações do Ano, ou seja, com os ciclos do Universo. 

sábado, 9 de setembro de 2017

Menu Vídeos: Adônis o Mais Belo dos Mortais

ADÔNIS O MAIS BELO DOS MORTAIS

Mais um vídeo muito bom do canal Foca na História.

"Adônis era o mais belo mortal que já existiu, sua beleza era tanta que fez até Afrodite, a Deusa do Amor, se apaixonar pelo jovem"  


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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Menu Alquimia: Sobre o Rosacrucianismo em sua Essência

SOBRE O ROSACRUCIANISMO EM SUA ESSÊNCIA
Por Jeff Alves, via “Tradição Rosacruz”




Sobre o Rosacrucianismo em sua essência, independentemente das Ordens que se baseiam nele.

1. É pautado na CRISTOSOFIA, ou seja, na busca da Sabedoria através do Cristo (não confundir com o “jesus Cristo” católico/evangélico). Ele é Cristão de um modo não-religioso. É Cristão de um modo Hermético. E aí encontramos algo bem interessante chamado HERMETISMO CRISTÃO ou a QABBALAH CRISTÃ. Pode-se usar símbolos pagãos para falar de Cristianismo. Seja Apolo, Buda, Cristo e etc., o que importa é que a mensagem central, que é TIFERET.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Maat

MAAT


Na mitologia egípcia, Maat (ou Mayet) era a deusa da lei física e moral do Egito, da ordem, do equilíbrio, retidão e da verdade. Ela era filha (ou mãe) de Ra e esposa de Thoth (segundo alguns autores eles eram irmãos) e com ele teve oito filhos. O mais importante de seus filhos era o deus Amon. Estes oito filhos eram os principais deuses de Hermópolis e de acordo com os sacerdotes da cidade, eles criaram a terra e tudo que nela há .

Maat é representada na forma de uma jovem mulher com a pele cor de ocre, sentada ou em pé. Ela usa vestes longas e segura um cetro em uma mão e um ankh na outra. O símbolo de Maat era a pena de avestruz e ela é sempre mostrada usando-a em seu cabelo ou apenas portando-a. Em algumas ilustrações ela tem um par de asas ligadas a seus braços. A sua imagem é geralmente encontrada em sarcófagos, onde era utilizada afim de proteger a alma do morto. Outro símbolo de Maat é o monte primevo (ma’at), sobre o qual o deus criador estava no início dos tempos. Foi quando o mundo foi criado e caos eliminado que os princípios de Maat foram firmados no local.

Os egípcios acreditavam que sem a ordem de Maat só haveria o caos primordial e então o mundo não seria o mesmo. Era, portanto, necessário que o Faraó aplicasse e fizesse cumprir a lei, para permitir a manutenção do equilíbrio cósmico. A manutenção de Maat é tida como responsabilidade direta do faraó, no antigo Egito. O primeiro dever do faraó era defender a lei de Maat em todo o antigo Egito. É por isso que, nas paredes dos templos, o faraó é representado pela oferta de Maat a uma divindade, dizendo, em suas ações, que ele está em conformidade com os requisitos da deusa e em troca recebe dos deuses a vida e dominação (Osíris) e poder vitorioso (Hórus). Alguns faraós carregavam o título de Maat-Meri, que literalmente significa “amado de Maat”. Eles são descritos frequentemente com os valores de Maat para enfatizar o seu papel na defesa das leis do Criador. Qualquer perturbação na harmonia cósmica poderia ter consequências para o indivíduo, bem como para o Estado.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Menu Artigos: Homogiganticus. o incrível Gigante de duas Cabeças da Patagônia

HOMOGIGANTICUS - O incrível Gigante de Duas Cabeças da Patagônia




Não é de hoje que repetimos sem parar aqui no Mundo Tentacular: "Esse mundo é um lugar muito esquisito". Ele esconde muitas coisas estranhas. Olhando ao redor, a gente percebe muitas coisas incomuns e quando nos concentramos olhando com mais cuidado, percebemos que a história está coalhada de fatos e acontecimentos misteriosos. Percebemos que estamos cercados por um mar de esquisitices, sem nenhuma jangada para nos levar até um lugar mais... normal.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Apep

APEP

Na mitologia egípcia, Apep (ou Apophis, em grego. Também conhecida como Apófis), é uma criatura em forma de serpente que combatia o deus Rá ao cair de cada noite, sendo sempre morta temporariamente e sempre ressuscitando no dia seguinte devido a sua natureza imortal. Também chamada de Apepi ou Aapep.

Apep é a personificação do caos no submundo e um inimigo jurado dos deuses (principalmente Rá). Ele é a personificação do próprio caos, destruição e do mal na mitologia Faraônica (Egípcia). Já deu de ver não é amigo, “personificação da destruição, do caos e da maldade”, com certeza, o ser mais gente boa que você poderia querer encontrar por aí!

 Apep surge como uma serpente gigantesca, com 30m de comprimento. É servido por hordas de demônios, a maioria possuindo qualidades de serpente do fogo. Para os egípcios, quando havia um Eclipse, era o corpo gigantesco de Apep, cobrindo a luz do Sol, enquanto tentava destruir a barca de Rá e devorá-lo (motivo pelo qual o Eclipse trazia pânico as massas). Apep se encontrava no ultimo dos 12 portões do Submundo, onde era o maior desafio de Rá.

Um dos últimos grandes feitos de Rá foi prender Apep nas profundezas do Duat, junto com Bastet. Conta a Lenda que as duas entidades batalham pela eternidade, num ciclo de morte e renascimento sem fim nas profundezas do Duat.

sábado, 2 de setembro de 2017

Menu Alquimia: O Caos é do Bem !

O CAOS É DO BEM!
Por Yoskhaz



Usualmente usamos a palavra caos para nos referir a uma situação de desordem e confusão no mundo ou em nossas vidas. Em diversas tradições mitológicas o caos significa um vazio sem forma e ilimitado que propiciou o surgimento do universo. Na tradição platônica é um estado de desarmonia que precede uma nova ordem. O I Ching ensina que o caos traz a tempestade que permite a vida de novo florir. Na Física o termo é utilizado para explicar um sistema dinâmico que evolui de acordo com lei determinista, sensível a pequenas alterações iniciais. De certa maneira todas as definições se encaixam.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Khnum

KHNUM




Khnum ( Khnemu , Khenmu , Khenmew , Chnum ) foi um dos mais antigos deuses do Egito, sendo originalmente um deus da água, que se acreditava governar sobre toda a água, incluindo os rios e lagos do submundo. Ele foi descrito como um carneiro, um homem com a cabeça de um carneiro ou um homem com os chifres de um carneiro. Ele era (muito raramente) representado com a cabeça de um falcão, indicando sua conexão com o deus Rá. Ele muitas vezes usa a coroa de plumas brancas do Alto Egito e era por vezes, representado segurando um jarro com água fluindo para fora. Ocasionalmente, Khnum é representado com quatro cabeças de carneiro (representando o deus sol Ra, o deus do ar Shu, o deus da terra Geb e Osíris, o deus do submundo). Nesta forma, ele era conhecido como Sheft -hat.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Menu Mitologia Nordica: Forseti

FORSETI



Forseti (sig. "presidente") é o deus nórdico da justiça, do julgamento público, da mediação e da reconciliação. Ele é um membro dos Aesir, filho de Balder, o deus da luz e Nanna. Seu símbolo é um machado dourado e sua morada chama-se Glitnir ( significa "brilhante"), o Salão da Justiça. O salão possuía colunas feitas de ouro vermelho e um teto de prata, e irradiava uma luz tão forte que podia ser visto de longe. Povos de todos os tipos iam até Glitnir em busca de um julgamento justo de suas causas, e conta-se que ninguém saía de Glitnir insatisfeito com o julgamento de Forseti.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Meretseguer

MERETSEGUER




Meretseguer ou Meretseger era uma deusa-serpente da mitologia egípcia. O seu nome significa “a que ama o silêncio” ou “amada pelo silêncio”.

Era representada como simples cobra, como uma mulher com cabeça de cobra ou como uma cobra com cabeça de mulher. Tinha por vezes um toucado constituído por disco solar e cornos. Em representações mais raras surge como cobra com três cabeças (uma de mulher, outra de cobra e outra de abutre) ou como escorpião com cabeça de mulher.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Iah

IAH




Iah ou Aah era o deus da lua na mitologia egípcia.

As primeiras presenças do nome “Iah” referem-se à lua enquanto satélite do planeta terra. Mais tarde, a palavra passaria a designar uma divindade.

A nível iconográfico este deus era representado, na sua forma antropomórfica, com um disco solar e crescente da lua nova sobre a sua cabeça, onde também tinha uma trança lateral característica das crianças egípcias. Por vezes tinha na mão uma folha de palmeira ou um olho de Hórus. Poderia também se manifestar como um íbis, falcão ou como o crescente da lua nova. Este últimos atributos estavam também associados a Tot e a Khonsu.

sábado, 26 de agosto de 2017

Menu Mitologia: A Besta Ladradora

A BESTA LADRADORA



A Besta Ladradora ou besta gemente e também chamada de Besta Bizarra ou Beste Glatisan, é uma criatura quimérica (como a quimera formada de vários animais) presente nos contos legendários do Rei Arthur. Este monstro é o alvo de missões realizadas por cavaleiros famosos, como Rei Pellinore, Sir Palamedes, e Sir Percival.

Ela possui a cabeça de dragão o pescoço de uma serpente, o tronco e as patas de um leopardo, a cauda de um leão e os cascos de um cervo. Ela também emite um som supostamente de seu estômago, o que é dito a soar como "trinta cães ladrando" (daí a origem de seu nome). De acordo com os antigos contos ingleses, a Besta Ladradora vaga constantemente em busca de fontes de água doce, a fim de saciar sua sede insuportável, porém, assim que ela bebe um pouco de água, a fonte da qual ela se serviu se torna venenosa para sempre.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Menu Vídeos: Os 07 Maiores Heróis da Mitologia Grega

OS 07 MAIORES HERÓIS DA MITOLOGIA GREGA

Hoje mais um vídeo do excelente canal Foca na História, vamos conhecer quem são os heróis mais lendários dos mitos gregos. 






quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Menu Mitologia: A PIASA

A PIASA




A Piasa ou "Pássaro que devora homens" é um animal mitológico da América do Norte. Ela tem cara e patas de urso, e uma cauda tão grande que pode dar três voltas ao redor de seu corpo. Ela costumava atacar tribos indígenas da América do Norte.
Os Primeiros desenhos retratam como parte pássaro, réptil, mamífero e peixe. As cores utilizadas nas pinturas primeiros simbolizam a guerra ea vingança (vermelho), morte e desespero (preto), e esperança e triunfo sobre a morte (verde).

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Mnévis

MNÉVIS




Mnévis (em egípcio: Merur) era um boi negro adorado como divindade na cidade de Heliópolis.

À semelhança de Ápis, Mnévis era um dos bois sagrados do Antigo Egipto, encontrando-se associado ao deus Ré-Atum (Ápis estava por sua vez associado a Ptah). Foi também associado ao deus Osíris.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Menu Mitos e Lendas: Espantalho a Lenda Urbana

ESPANTALHO, A LENDA URBANA



Espantalhos, também chamados Homens de Palha ou Assustador de Corvo (scarecrow) , são bonecos muito comuns em sítios, fazendas e chácaras, principalmente nos Estados Unidos. Eles são utilizados para assustar corvos e roedores de hortas e plantações, sempre colocados eu paus, ou em uma cruz, para imitar a presença humana, afastando os animais indesejados. Palha, e outros materiais, são usados na confecção do espantalho, é colocado uma roupa velha, recheada com palha e uma cabeça feita de couro ou ate vassoura, depois é colocado um chapéu e ele é posto no meio da plantação.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Hapi

HAPI

Os egípcios personificavam o rio Nilo como o deus Hapi. Sua figura é a de um homem barbado, com seios pendentes de mulher, indicativo de sua fertilidade, e uma barriga avantajada, de quem está bem alimentado, amparada por um cinturão. Freqüentemente aparece pintado em azul e às vezes calça sandálias, o que é um sinal de riqueza. 

Usa plantas aquáticas na cabeça. Suas mãos espalham o símbolo da vida e seguram uma bandeja com alimentos (peixes, patos, ramos de flores e de espigas) ou despejam água de jarros. Era chamado o pai dos deuses e várias cidades tinham o seu nome.

Tão dependentes que eram das cheias do Nilo, é compreensível que os egípcios tivessem esse deus como objeto constante de suas preces. Pequenos amuletos representando o deus Hapi eram fabricados aos milhares em ouro, prata, cobre, chumbo, turquesa, lápis-lazúli, faiança ou, ainda, outros materiais. Por ocasião das cheias, oferendas eram apresentadas ao deus em vários templos egípcios.

sábado, 19 de agosto de 2017

Menu Mitologia: Dragões de Westeros

DRAGÕES DE WESTEROS (Game of Thrones)



Dragões são criaturas mágicas que existiram nos continentes de Westeros e Essos. Por mais de 150 anos foram considerados extintos, e os únicos traços restantes de sua existência eram pedras que, supostamente, teriam sido ovos de dragão. Recentemente, porém, Daenerys Targaryen conseguiu chocar três ovos.

Dragões são criaturas reptilianas com escamas, com apenas duas pernas e duas asas (usando suas asas como pernas da frente, apesar de alguns desenhos relacionados à Canção de Gelo e Fogo exibi-los com quatro patas e um par de asas). Tem dentes e garras afiadas, asas de couro e pescoços e caudas longas, com cristas espinhosas nas costas. Quando pequenas, tem o tamanho de um gato, e podem chegar a tal estatura que podem engolir um mamute inteiro. Os polidos crânios dos dragões Targaryen parecem ônix brilhante, e seus dentes são adagas curvadas de diamante negro. Seus ossos são negros devido à grande concentração de ferro. O osso de dragão é uma matéria prima muito procurada.

Menu Mitologia: Dragões de Westeros parte 02

DRAGÕES DE WESTEROS PARTE 02 (Game of Thrones)


Conforme eu havia prometido segue uma postagem com muito mais detalhes sobre os famosos dragões da história dos 7 reinos. 

BALERION TERROR NEGRO


Balerion, chamado Terror Negro, foi um dos três grandes dragões de Aegon, o Conquistador e suas irmãs, que foram usados ​​para conquistar o continente de Westeros durante a Guerra da Conquista. Balerion morreu algum tempo depois, durante o reinado do rei Jaehaerys I, com cerca de duzentos anos de idade. 

Balerion foi o maior de todos os dragões dos Targaryen, seus dentes eram tão longos como espadas e suas mandíbulas grandes o suficiente para engolir um mamute inteiro. Seu fogo era negro como suas escamas, a sua envergadura tão grande que cidades inteiras caíram sob a sua sombra enquanto ele as sobrevoava.

Menu Mitologia: Drogon

DROGON (Dragões de Westeros, Game of Thrones)



Drogon é um dos dragões nascidos no Mar Dothraki. Por ordem de Daenerys Targaryen, ele foi batizado com o nome de Drogon em homenagem ao seu marido morto, Drogo.
Foi considerado a reencarnação de Balerion, o Terror Negro, mas Daenerys decidiu dar-lhe um novo nome para uma nova vida. É o maior e mais agressivo entre os três dragões de Daenerys, e ela tem problemas em controlá-lo.

Drogon tem escamas pretas, seus chifres e placas são vermelho sangue e seus olhos são dois poços vermelhos fumegantes.

As chamas que Drogon exala são uma mistura de negro e vermelho e o calor que delas emanam pode ser sentido a vários metros de distância. Seu bater de asas é como um trovão. Seu sangue é negro.

Menu Mitologia: Rhaegal e Viserion

RHAEGAL E VISERION (dragões de westeros, Game of Thrones)

RHAEGAL



Rhaegal possui escamas verdes, um verde escuro, cor de musgo na floresta profunda. Seus olhos são cor de bronze, mais brilhante do que um escuro polido e brilhante com seu próprio calor. Sua chama é laranja e amarela atravessada por fios verdes.

A Guerra dos Tronos

O ovo de Rhaegal era de um verde profundo, com manchas de lustroso bronze que iam e vinham, dependendo do modo como Dany o virava. A maegi Mirri Maz Duur declarou que para trazer uma nova vida era necessário abrir mão de outra vida. Daenerys queimou o corpo de Drogo, junto com a própria Mirri Maz Duur e os três ovos de dragão para dar vida a Rhaegal e seus irmãos, Viserion e Drogon.

Menu Mitologia Egípcia: Uadjit

UADJIT

Uadjit é a deusa padroeira do Baixo Egito (o que correspondia à região do Delta do Nilo). O nome significa “A verde” (cor das serpentes) e “A da cor do papiro” (numa alusão à planta do papiro, que teria sido por ela criada e que era a planta heráldica do Baixo Egipto). 

O nome desta deusa pode também ser escrito como Uto ou Edjo. Uadjit começou por ser uma deusa ligada à vegetação tendo se transformado numa deusa da realeza. Representava o Baixo Egipto sendo frequente surgir com a deusa correspondente do Alto Egipto, Nekhbet.Esta deusa foi integrada na lenda de Osíris, na qual é ela quem toma conta do pequeno Hórus, escondido nos pântanos do Delta, o qual alimentou com o seu leite, enquanto Ísis procurava por Osíris. 

Era representada como mulher com cabeça de serpente e que tem na cabeça a coroa vermelha do Baixo Egipto (coroa decheret). Poderia também ser representada como uma mulher com cabeça de leoa, quando se pretendia aludir ao aspecto de defensora da realeza. Surgia igualmente como uma serpente alada ou como uma cobra enrolada dentro de um cesto de papiros.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Menu Mitologia Oriental: Hakutaku - Bai Ze

HAKUTAKU - Bai Ze




O Hakutaku (白澤 "Pântano Branco") é um yokai quimérico muito sábio e semelhante a um boi branco com o rosto similar ao humano. Ele possui nove olhos e seis chifres no total, sendo 3 olhos e 2 chifres na cabeça, e a mesma quantidade em cada lado do corpo. Ele vive em montanhas remotas, e assim como outros espíritos, só aparece em épocas e países onde o governador da terra é um líder sábio e virtuoso. Ele é um símbolo de bons presságios e de boa sorte. Hakutaku pode falar línguas humanas, e é altamente bem informado sobre todas as coisas acerca da criação.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Ammit

AMMIT




Segundo algumas histórias antigas , Ammit era o cão do salão do julgamento dos mortos que, por sua vezes , após a morte eram julgados sua bondade por meio do seu coração na balança de Osíris e dado o peso equivalente a seus atos em vida .Sendo considerada culpada , a alma era destruída por Ammit ,devorada e engolida , assim deixando de existir pra sempre e não reencarnado jamais.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Menu Mitologia Oriental: Baku

BAKU




O Baku (貘 ou 貘) é um youkai japonês originalmente da mitologia Chinesa sendo uma criatura sobrenatural presente nas duas mitologias, e que devora sonhos e pesadelos. Ele é similar a uma quimera, sendo comumente retratado com a cabeça de um elefante e o corpo de um leão ou com a cabeça de um leão, o corpo de um cavalo, a cauda de uma vaca, e as pernas e os pés de um tigre, dentre outras possíveis combinações de animais. Uma lenda diz que, após os deuses terem terminado a criação dos animais, eles pegaram todas as sobras ao redor e juntaram para criar o Baku.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Menu mitologia Egípcia: Neter

NETER




Neter é certamente um dos seres mais interessantes da mitologia egípcia, pelo mistério que o envolve. Em geral, os investigadores modernos centram-se no seu estudo em três obras principais, o Livro das Pirâmides, o Livro dos Sarcófagos e o Livro dos Mortos. Neter tem poucas aparições na escrita egípcia, porém, com o pouco que se sabe sobre esse ser mitológico podemos levantar certas hipóteses. Apenas hipóteses, não é possível afirmar nada.